A história da televisão é repleta de produções onde os automóveis não eram meros adereços, mas os verdadeiros protagonistas da trama. Séries de ficção dramática e ação marcaram as décadas de 70, 80 e 90. Nas décadas de 1970 e 1980, a TV aberta consagrou produções nas quais a personalidade, o design ou a velocidade dos veículos definiam o show.
Maior ícone automotivo da ficção televisiva. O K.I.T.T., um Pontiac Firebird Trans Am 1982 preto com inteligência artificial, luz vermelha no capô e revestimento indestrutível, marcou gerações transmitido no Brasil por canais como a Rede Globo e o SBT.
Famosa pelas perseguições alucinantes, saltos sobre pontes quebradas e derrapagens na terra. O astro absoluto era o General Lee, um Dodge Charger R/T 1969 laranja com as portas soldadas.
Revolucionou a estética da TV. A série de detetives popularizou tanto a réplica da Ferrari 365 GTS/4 Daytona Spyder (usada nas primeiras temporadas) quanto a lendária Ferrari Testarossa branca cedida pela própria fábrica.
O detetive particular interpretado por Tom Selleck acelerando uma reluzente Ferrari 308 GTS pelas paisagens do Havaí virou sinônimo de cultura pop na década de 80.
Embora focasse no grupo de mercenários, o furgão GMC Vandura 1983 preto com listra vermelha e rodas esportivas tornou-se um dos veículos mais cultuados do audiovisual.
Marco histórico brasileiro. Foi a primeira série filmada em película na América Latina, exibida pela TV Tupi, onde o inspetor Carlos patrulhava as estradas paulistas a bordo de um clássico Simca Chambord.